Saiba aqui se tu és, ou não, vítima ideal

Vítimas ideias ou totalmente inocentes são naturalmente vítimas! Não precisam fazer nada para se tornarem alvos de criminosos. Exemplos disso poderíamos citar crianças, idosos, pessoas com deficiência, consumidores para o ‘mercado’; milionários, mulheres gestantes, gente miserável economicamente, pessoa religiosa, etc. 

Para aclarar o mencionado, citaremos alguns tipos de crimes que podem ser cometidos contra as vítimas ideias acima.

Vítimas inocentes

*Uma criança navegando na internet é facilmente enganada por pedófilos; por isso, os pais devem ficar atentos quando seus filhos “brincarem” com celular, tablet ou computador – não deixá-los a sós por muito tempo, colocar limites e travar alguns recursos do sistema de navegação, ajuda! No entanto, continuam vulneráveis nas ruas, nas escolas, nos parques e até na própria rede mundial – enfim, todo cuidado é pouco!

*Idosos podem ser vítimas de vigaristas (art. 171 CP) na rua; de assaltos, por serem frágeis fisicamente, e inclusive via telefone, com enganos (há casos de aposentados e pensionistas, pessoas simples, induzidas a erro, que acabaram entregando dados documentais, com isso perderam parte dos seus benefícios via empréstimos que nunca fizeram).

*Consumidores finais são vítimas fáceis para o mercado de consumo; especialmente quando esse mercado não é muito abundante. Quando não há muita concorrência, quando não há muita escolha quem vende ‘costuma’ se aproveitar. Esquecem do preço sugerido pelo fabricante e acabam cobrando o que querem. 

Quem já viajou muito de carro, pelo interiorzão do Brasil, que o diga: várias vezes nos deparamos com a gasolina extremamente cara (e não dá para escolher entre comprar ou não), e se resolvermos adquirir um ‘picolé’, no local, nem adianta falar que vai pagar o valor sugerido pelo fabricante, porque ele já está com uma etiqueta por cima! 

Por outro lado, onde há muita concorrência, não raras vezes, empresas e empresários praticam crimes contra a ordem econômica. Formam Cartéis e perseguem as que não entram no esquema; Truste, igualmente falando, impossibilita o consumidor de escolher melhor preço e, por fim, os Holdings – esquema de compra de ações de um mesmo ramo; tudo isso, como já explanado, prejudica mais (e quase sempre) o consumidor final, geralmente o mais frágil da relação.

*Pessoas endinheiradas, milionários em geral, também podem ser vulneráveis; afinal, dinheiro é um grande fato gerador de cobiça. Quem deseja muito não escolhe vítima vulnerável fisicamente, escolhe a com mais dinheiro! Sequestro, cárcere privado e extorção são os crimes mais cometidos contra essas vítimas.

*Pessoas miseráveis economicamente, cidadãos que vivem à margem da pobreza também são vítimas; desta feita, vítimas de muitos crimes. De quadrilhas que aliciam menores ou maiores desempregados, de gente com dinheiro que aproveita da força de trabalho (da falta de trabalho e explora); do mercado de consumo que impõe preços abusivos nas mercadorias; enfim, uma série de crimes que podem transformá-los também em futuros agressores, em futuros criminosos! Aqui é “quando o Estado se distancia o meio faz escola”!

*Religiosos, fiéis de qualquer culto! Essas são, e não é raro (infelizmente), vítimas de aproveitadores, oportunistas da fé – estelionatários da fé! O último caso está em rede nacional (João de Deus) para todo mundo ver, mas há outros! Em todo o mundo há casos de ‘líderes’ religiosos que praticam crimes! Uns se aproveitam unicamente da sexualidade de crianças inocentes (os religiosos pedófilos); outros, além das crianças se aproveitam também do dinheiro e da sexualidade de adultos ingênuos. Dentre esses líderes espirituais estão Monges, Padres, Bispos, Rabinos, Pastores, ‘Profetas’, Médiuns,  Gurus, etc. 

Então, reconheceu alguém que pode ser vítima ideal; àquela que pode estar na mira? Se sim e pode prevenir não deixe de fazê-lo! Seria mais como um serviço de utilidade pública – eu sempre o faço com meus pais que já são bastante idosos, mas também dou algumas dicas e conselhos para minha sobrinha pequena que adora estar online!  Quanto à religião não dá para tecer maiores comentários, geralmente noto que quem tem uma fé não consegue admitir que está, ou foi enganado; assim que é melhor deixar a pessoa passar pelo crime para depois (ela mesma) se dar conta do estrago!

Como podem ver não busco curtidas, seguimento, tampouco comentários! Podem dar DISlike, se quiserem – só não vou perder a oportunidade de falar a verdade!

Por Elane F. de Souza (Advogada não atuante, mas posso atuar), Administradora dos blogues Diário de conteúdo jurídico, Cotidiano Diverso e Divulgando direitos.

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Veja mais artigos nossos em:

https://www.diariodeconteudojuridico.com/2018/12/vitimologia-e-joao-de-deus-no-controle.html

https://www.diariodeconteudojuridico.com/2018/12/serie-concurso-pgepe-lei-84291992.html

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